<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2625691734015667273</id><updated>2011-04-21T11:04:16.103-07:00</updated><title type='text'>PRODUTOR DE ENERGIA MOTRIZ E PNEUMÁTICA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://produtordeenergiamotrizepneumatica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2625691734015667273/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://produtordeenergiamotrizepneumatica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Froilan Francisco Salaya</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08265451907456496409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2625691734015667273.post-3552088040593491632</id><published>2008-08-27T05:59:00.000-07:00</published><updated>2008-10-13T16:33:00.871-07:00</updated><title type='text'>PRODUTOR DE ENERGIA MOTRIZ E PNEUMÁTICA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Graças à tradução de Silvia Wahl&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude da problemática existente de escassez de fontes de energia, desenvolvi um método visando resolver completamente a crise energética. Este método está sustentado na ação da força da gravidade sobre a água e o ar para a produção de energia de forma constante e sem consumo de recursos. Ou seja, nem o ar nem a água utilizados são consumidos. Desta forma, pode-se obter energia ilimitada, totalmente limpa, sem custos operacionais e sem riscos. Atualmente, estou testando esta hipótese e experimentando com o protótipo de um dispositivo de minha autoria, o qual foi denominado por mim de “Produtor de Energia Motriz e Pneumática”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora ainda faltem algumas etapas em seu desenvolvimento, desejo compartilhar com todos minha invenção para que os resultados surjam logo e sejam difundidos universalmente. Este é precisamente meu propósito ao criar este blog: compartilhar toda a informação sobre o Produtor de Energia Motriz e Pneumática e responder a todas as perguntas formuladas. Tenho a convicção de que quanto mais pessoas participarem e ficarem cientes do assunto, melhor será a implementação e maior a possibilidade de sucesso do mesmo. Sempre tendo em mente a idéia de poder resolver realmente o problema energético. Portanto, afirmo ser o criador do “Produtor de Energia Motriz e Pneumática”, cuja descrição segue em anexo e declaro que esta invenção não é patenteável. O que significa que concedo permissão a todo o mundo para usar este descobrimento e para fabricá-lo. Em outras palavras, qualquer pessoa pode usá-lo e fabricá-lo sem pedir licença a ninguém (nem mesmo a mim), evitando assim uma apropriação exclusiva e que seja objeto de patenteamento. Minha intenção é que o equipamento “Produtor de energia motriz e pneumática” seja um legado para a humanidade em seu conjunto, que possa ser fabricado pelo maior número de pessoas e lugares do mundo possíveis, de modo a atender às necessidades energéticas atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto apresento uma descrição escrita e gráfica, como se fosse a apresentação de uma solicitação de patente de invenção. Faço questão de salientar meu propósito: liberar universalmente o uso deste novo mecanismo, oferecendo-o ao mundo para que esteja ao alcance de todos e de cada um de seus habitantes. Este fato não implica nenhum direito ou obrigação para comigo ou para qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BREVE EXPLICAÇÃO DA INVENÇÃO DE FROILAN F. SALAYAPRODUTOR DE ENERGIA MOTRIZ E PNEUMÁTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um dispositivo giratório através do qual pode ser obtida energia mecânica na saída de qualquer um de seus eixos. Seu funcionamento é simples, pois está baseado no princípio de Arquimedes do empuxo mediante flutuação.Uma série de recipientes (como caixas com uma única parte aberta) (figura 1) são alinhados um atrás do outro em uma esteira transportadora (figura 2) e imersos em água, de tal forma que as caixas ascendentes ficam repletas de ar em seu interior e, ao atingirem o nível mais elevado e começarem o ciclo descendente, perdem o ar e ficam cheias de água, mudando de sua posição relativa (figura 3).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRu0PnTWI/AAAAAAAAADk/9VKfYnOgVoM/s1600-h/img082.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239183606255406434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRu0PnTWI/AAAAAAAAADk/9VKfYnOgVoM/s320/img082.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRu4RajBI/AAAAAAAAADs/FCJwiMyxfek/s1600-h/FIGURA+8B.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239183607336700946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRu4RajBI/AAAAAAAAADs/FCJwiMyxfek/s320/FIGURA+8B.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um ciclo contínuo, já que na parte inferior da etapa descendente, há uma câmara semicilíndrica ou “berço” (9) como aparece na figura 3, a qual veda a passagem de água, reintroduzindo o ar para dentro das caixas. Isto é possível já que cada caixa, ao girar sobre a engrenagem inferior, abre-se de maneira radial, gerando espaços vazios que são ocupados pelo ar da atmosfera. À pressão ambiente, este ar entra através de uma abertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRvLd8jfI/AAAAAAAAAD0/yl6sfRnn6ZU/s1600-h/FIGURA+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239183612489534962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRvLd8jfI/AAAAAAAAAD0/yl6sfRnn6ZU/s320/FIGURA+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio de funcionamento se baseia no aproveitamento do fenômeno da flutuação dos corpos imersos em água. Neste caso, os corpos são caixas que atuam como “sinos de mergulho” exercendo tração sobre a esteira transportadora.Como pode-se observar na figura 3, as caixas do lado direito formam uma verdadeira coluna de ar, fazendo força para cima. Enquanto a coluna do lado esquerdo, com as caixas cheias de água, gera uma força para baixo. Em síntese, forma-se um par motor que faz com que o dispositivo gire de forma contínua e constante.A chave do funcionamento é a incorporação de ar vindo da parte inferior da coluna de água. Isto é possível aproveitando a abertura de cada caixa durante sua rotação. Como estas ficam vedados entre si e com as paredes do “berço” bloqueando a passagem de água, permitem a entrada de ar. Depois de ficarem alinhados, os recipientes já estarão cheios de ar e ocorre o fenômeno do empuxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seguinte figura, pode-se ver como atua o princípio de funcionamento do Produtor de Energia Motriz e Pneumática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3968514b5944d531" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3968514b5944d531%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331339476%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1603F16645E34C3D911AD5FC4660EA2A1EB3DCE6.39B153D3E17122ECD340467FAAC873E3295618E9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3968514b5944d531%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0mGEgT8XfIu2Afbti1tHVxv9SZY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3968514b5944d531%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331339476%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1603F16645E34C3D911AD5FC4660EA2A1EB3DCE6.39B153D3E17122ECD340467FAAC873E3295618E9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3968514b5944d531%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0mGEgT8XfIu2Afbti1tHVxv9SZY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Como autor desta invenção declaro que o supra descrito não é Patenteável. Ou seja, este mecanismo pode ser divulgado mundialmente para qualquer uso sem que este fato implique algum direito ou obrigação para comigo ou para qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;Froilán Francisco Salaya&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio desta invenção é a participação de gases, da gravidade e de líquidos para a produção de energia motriz e pneumática, segundo os princípios de peso e de empuxo mediante flutuação.Estado atual da técnica e problemas a serem resolvidos:&lt;br /&gt;Todos nós sabemos que é fundamental o desenvolvimento de novas fontes de energia, que sejam mais limpas e de menor custo. É importante também que esta possa ser gerada o mais próximo possível de seu lugar de consumo. O procedimento proposto por mim é limpo e autônomo. Este tipo de energia pode ser utilizada para sanear a contaminação ambiental acumulada e aumentar os recursos geográficos não produtivos na atualidade, de modo que o trabalho tenha mais valor e seja mais abundante. A conseqüência será um maior respeito aos recursos humanos, aumentado assim o reconhecimento de seu valor e de sua rentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Razões envolvendo o alto custo energético impedem tornar o hidrogênio competitivo. Mediante este dispositivo, a energia para a produção (hídrica) possui um custo nulo ou praticamente nulo e como é apresentado aqui poderá competir, em termos ecológicos, no transporte. Até agora as denominadas energias alternativas são, infelizmente, insuficientes ou caras. Restam apenas as energias hidráulicas, as da combustão e as atômicas, as quais requerem periféricos caros, monopólicos, atentam contra o meio ambiente e são cada vez mais escassas. Acredito que o produtor de energia proposto por mim é uma contribuição para resolver carências e problemas de provisão energética. É um dispositivo que não requerem periféricos nem grandes e extensas redes, podendo ser instalado dentro de um tanque de água ou em águas estancadas, em rios, em redes urbanas, etc. Assim como em montanhas e em desertos. Quando afirmamos que há pobreza, necessidades básicas insatisfeitas, falta de trabalho, baixos salários, poluição, estamos querendo dizer também que não dispomos de uma energia limpa e barata. Assim, por exemplo, em se tratando de aproveitar o lixo e os efluentes industriais ou urbanos, necessitamos uma energia limpa e de baixo custo. O custo deste produtor é baixo e poderia ser proporcionado (eventualmente grátis) para os estados, famílias, campo, instituições, indústrias, etc. a fim de que o trabalho deixe de ser um “bem escasso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETO DA INVENÇÃO&lt;br /&gt;Este mecanismo utiliza líquidos ou água dentro de um tanque, assim como a proveniente de rios, lagos, mares, montanhas, desertos, águas de redes urbanas, etc. Dentro da água há elementos de translação verticais que giram sobre eixos para baixo e para cima. Este conjunto translada containers, caixas ou outros recipientes suficientemente rígidos para suportar a pressão hidráulica, cheios de água ou de outros líquidos, de ar ou de outros gases. As caixas devem ter um de seus lados parcial ou totalmente aberto, já que quando sobem funcionam como um “sino de mergulho” e quando descem do outro lado, ficam cheias de líquido. Ficam cheias de ar ou de gases porque o sistema de translação forma um semicilindro na parte de baixo para sua rotação no sentido ascendente. Na parte inferior, as caixas se abrem radialmente e ficam cheias de ar ambiental ou de gases através de uma ou mais entradas. Para que isto ocorra há vedações na parte de baixo, elementos resilientes ou outros, em uma cavidade semicilíndrica. As caixas passam por suas laterais e planos, tocando e vedando para que não entre mais líquido a não ser aquele proveniente de uma única caixa ou recipiente. Não sendo possível a entrada de mais líquido, surgem maiores espaços vazios que ficam cheios de ar introduzido por uma ou mais entradas. Ou seja, a principal reação consiste em encher de ar ou de gases as caixas (na parte inferior) para que se transformem em “corpos flutuantes”, gerando energia motriz rotativa. Esta energia motriz pode ser aproveitada a partir dos eixos da parte de baixo ou de cima. Se o produtor funcionar sem tampa na parte de cima, produzirá apenas energia motriz. Se estiver fechado na parte de cima, o ar que sobrar gerará energia pneumática. Se esta energia estiver regulada e/ou limitada por meio de uma ou mais válvulas, aumentará a pressão hidráulica e, portanto, a energia motriz. A potência motriz ou pneumática dependerá do tamanho do produtor de energia. A gravidade fica invertida no sentido ascendente. Pode-se dizer que é uma fonte de energia hidráulica inversa a das colunas de água que fazem rotar as turbinas nas represas, mas com a seguinte diferença: não é preciso renovar a água, nem é preciso haver uma “queda d’água”.-&lt;br /&gt;BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS&lt;br /&gt;Diferentes figuras ilustram o objeto da invenção a fim de torná-lo compreensível, mostrando suas diferentes partes e os tipos de mecanismos. Como este produtor de energia motriz e pneumática funciona parcial ou totalmente dentro da água ou em águas existentes ou dentro de um tanque (que pode ter diferentes compartimentos, tamanhos ou níveis de água) a figura do tanque não aparece em algumas figuras. Este tanque poderia, inclusive, ser subterrâneo ou aproveitar a profundidade dos porões dos edifícios, a profundidade dos rios, das redes aquáticas, etc., assim como também aproveitar a altura dos edifícios e suas estruturas. Por não se tratar de uma solicitação de modelos (formas), algumas figuras apresentam variantes que servirão para uma melhor compreensão do conjunto.&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO PORMENORIZADA DA INVENÇÃO&lt;br /&gt;A figura 1 mostra do lado esquerdo os recipientes cheios de água, exercendo pressão para baixo. À direita, os recipientes estão cheios de ar, exercendo pressão para cima. Cada recipiente esvazia a água que contém, um de cada vez, ao abrir-se de maneira radial 1, 2 e 3. Isto ocorre desta forma porque há uma vedação (4) impedindo que escorra mais água da parte de cima. Esta quantidade é menor do que a quantidade de ar que entra. Como os recipientes ou as caixas continuam girando, três ou mais unidades permanecem vedadas. Como são ocas, as caixas ficam cheias de ar, embora sem a tampa inferior, são herméticos nas partes laterais de cima, isto é, são como um “sino de mergulho”. O excesso de ar sobe. O ar para cada caixa entra por (5). Como forma alternativa, o ar pode entrar por (6); (7) ou (8) conectado a válvulas reguláveis. O ar e a água são arrastados em um “berço”(9) de cavidade semicilíndrica, cuja superfície é resiliente ou elástica, ou com anéis o-rings ou outros dispositivos de vedação em cada caixa.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYflN6VUI/AAAAAAAAAD8/rnRfgvBnWpw/s1600-h/FIGURA+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239261409849267522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYflN6VUI/AAAAAAAAAD8/rnRfgvBnWpw/s320/FIGURA+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 2 mostra mais em perspectiva o “berço” (superfície resiliente ou elástica) e mostra em (2) o volume de ar e em (1) o volume de água que vai caindo de cada caixa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI29HR8k9HI/AAAAAAAAAA4/W9YkBznbPT4/s1600-h/FIGURA+2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYfpltj9I/AAAAAAAAAEE/mJrXhGg-o4s/s1600-h/FIGURA+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239261411022835666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYfpltj9I/AAAAAAAAAEE/mJrXhGg-o4s/s320/FIGURA+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 3 apresenta uma ilustração do “berço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYfzUUD1I/AAAAAAAAAEM/3y0o0T_MwiQ/s1600-h/FIGURA+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239261413634215762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYfzUUD1I/AAAAAAAAAEM/3y0o0T_MwiQ/s320/FIGURA+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 4 dá uma idéia do corte do berço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI29HlxnpxI/AAAAAAAAABI/UcHgCXW5Jws/s1600-h/FIGURA+4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYgfi8tiI/AAAAAAAAAEU/KVW9CcGS5C8/s1600-h/FIGURA+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239261425506760226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYgfi8tiI/AAAAAAAAAEU/KVW9CcGS5C8/s320/FIGURA+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 5 apresenta a esteira de transmissão onde são colocadas as caixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI29HzE3xtI/AAAAAAAAABQ/Mx54jqGnpd8/s1600-h/FIGURA+5.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYgb7FGCI/AAAAAAAAAEc/OQCNCK6sjc0/s1600-h/FIGURA+5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239261424534231074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWYgb7FGCI/AAAAAAAAAEc/OQCNCK6sjc0/s320/FIGURA+5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na figura 6, aparecem ilustrados os eixos de transmissão com as engrenagens hexagonais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWauQyPXCI/AAAAAAAAAEk/uzFWWjBAqBM/s1600-h/FIGURA+6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239263861085789218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWauQyPXCI/AAAAAAAAAEk/uzFWWjBAqBM/s320/FIGURA+6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 7 permite ver as caixas côncavas para fixar a esteira transportadora. Este exemplo mostra a alternativa de se poder colocar em cada caixa um elemento vedante com uma forma de semi-ângulo, funcionando como um cilindro hidráulico de “duplo efeito”. Ou seja, funcionando como um dispositivo de vedação, quando as caixas sobem e descem. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI2_4PJhCKI/AAAAAAAAABg/pd85VNHIGw4/s1600-h/FIGURA+7.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWauV117PI/AAAAAAAAAEs/uQcW4tTdl_w/s1600-h/FIGURA+7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239263862443076850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWauV117PI/AAAAAAAAAEs/uQcW4tTdl_w/s320/FIGURA+7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 8 indica como as caixas são colocadas no sistema de transmissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI2_4NsQOnI/AAAAAAAAABo/OyXiJkJGCig/s1600-h/FIGURA+8B.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWau8QGDzI/AAAAAAAAAE0/f0wW6oNtZBc/s1600-h/FIGURA+8B.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239263872753733426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLWau8QGDzI/AAAAAAAAAE0/f0wW6oNtZBc/s320/FIGURA+8B.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na figura 9, temos a ilustração da caixa côncava.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3Ch4TwdUI/AAAAAAAAACA/TSSN0TJP4R4/s1600-h/img082.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 10 mostra a engrenagem hexagonal (vista em corte) ou então um polígono de mais lados, podendo estar defasados entre si para carregarem caixas ímpares.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI2_45dtMxI/AAAAAAAAAB4/PA-3BsO7rBA/s1600-h/FIGURA+10.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 10&lt;br /&gt;A figura 11 representa um tipo de junta que permite vedar do mesmo modo que uma vedação do tipo pneumática ou hidráulica de “duplo efeito”. Ou seja, o “berço” é a superfície lisa, enquanto que as caixas que descem, atuam vedando com uma asa e, as que sobem, com a outra asa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3DpxO-95I/AAAAAAAAACI/5Mona-C6vRY/s1600-h/FIGURA+11.jpg"&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 11A figura 12 trata de ilustrar a hipótese de as caixas serem lisas (com ou sem superfícies curvas), as quais ficarão apoiadas sobre o “berço” revestido por um tapete de pêlos longos a fim de que possam servir de elemento vedante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3DqJGrq8I/AAAAAAAAACQ/o6fMiKMnd38/s1600-h/Figura+12b.JPG"&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 12&lt;br /&gt;A figura 13 é uma variante da figura 12. Neste caso a superfície vedante, resiliente ou elástica está constituída por una esponja elástica aderida às paredes do berço, sobre o qual há uma membrana elástica que produzirá um efeito vedante, quando as caixas passarem por este setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3DqehY3dI/AAAAAAAAACY/-z8bydno6eU/s1600-h/FIGURA+13.JPG"&gt;&lt;/a&gt;FIGURA 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura 14 mostra a possibilidade de as caixas diminuírem sua superfície curva a fim de se deslocarem mais suavemente quando passarem pelo “berço”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3DqePinAI/AAAAAAAAACg/hUxiX_c1U2o/s1600-h/FIGURA+14.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 14&lt;br /&gt;As figuras 15 e 16 sintetizam tudo o que já foi exposto. A figura 15 apresenta um corte transversal do produtor. O Nº 1 mostra dois eixos com rolamentos nos quais foram fixados hexágonos (rodas ou correias e engrenagens). Isto aparece representado pelo Nº 2. O meio de transporte ou de transmissão é uma esteira transportadora vedada pelo Nº 3, sobre a qual são dispostas as caixas representadas pelo Nº 4. O Nº 5 representa a ligação de cada caixa com a esteira transportadora. As caixas com uma de suas faces abertas estão representadas pelo Nº 6. Entre as caixas pode haver ou não separações, como aparece indicado pelo Nº 7. Essa separação estará assegurada mediante os separadores Nº 8, podendo ser quatro se estiverem apenas nos cantos exteriores, como se observa na figura 15. As próprias caixas podem ficar apoiadas entre si e ficarem assim vedadas, pode haver mais separadores ou encaixes do tipo cônicos entre si. O lado que permanece fechado das caixas aparece representado pelo Nº 9 e o lado aberto pelo Nº 10. Os Nºs 11, 12, 13 e 14 representam as entradas fixas e/ou reguláveis de ar ou gases, quando as caixas se abrirem de forma radial na parte inferior. A direção da rotação das caixas aparece representada pelo Nº 15 e o nível de água pelo Nº 16. As caixas da parte superior se abrem radialmente e o ar que entrou se comprime. As saídas de ar Nº 17, 18 e 19 podem ficar livres ou serem reguladas. Se a saída de ar for restringida, a pressão pneumática aumentará e, por conseguinte, a pressão hidráulica e motriz. O Nº 20 indica o lugar aproximado onde as vedações e/ou superfícies resilientes impedem que escorra mais água a não ser a de uma única caixa. Esta posição pode subir havendo muita pressão hidráulica. A seguir, no Nº 21 está indicado o lugar aproximado onde as vedações e as superfícies resilientes terminam. É este o lugar (aproximadamente) através do qual a água acumulada no berço fluirá em direção ao depósito geral, assim como também por onde o ar restante escapará. O Nº 22 indica o nível de água da primeira caixa que se abre de forma radial. O Nº 23 corresponde ao ar que sobra em relação à água. O Nº 24 marca o nível de água da segunda caixa. O Nº 25 indica o segundo espaço de ar. O Nº 26 indica o terceiro nível de água. O Nº 27 representa o último espaço de ar que enche a primeira caixa, levando o ar em seu interior para cima, em uma coluna contínua de caixas contendo ar que sobe até dobrar de forma radial na parte superior e submergir, enchendo-se do líquido contido no depósito ou de águas de diferentes meios geográficos. Este tanque, o Nº 28, contém todo o líquido necessário e serve como estrutura principal. Os Nºs 11, 12, 13 e 14 estarão fixados em um “berço” ou cavidade semicilíndrica oca, solidária ao tanque de água Nº 28. Dita cavidade, representada pelo Nº 29, está revestida de forma lateral e circular por uma superfície resiliente, abrangendo parte da superfície dos hexágonos a fim de evitar qualquer entrada de líquido para baixo, exceto a de cada caixa. Como há mais espaço de ar ou de gás do que de líquido, pode-se tolerar alguma possível deficiência no sistema de vedação. Por outro lado, cada caixa poderá conter elementos vedantes ou ser lisa, a superfície da cavidade semicilíndrica poderá ser lisa e as caixas poderão dispor de dispositivos vedantes capazes de controlar a passagem de água. O Nº 30 indica possíveis junções para armar o tanque 28. O Nº 31 marca a possibilidade de acesso ou “passo de homem”. O Nº 32 representa as caixas cheias de água ou de qualquer outro líquido. O Nº 33 indica que as caixas estão cheias de ar ou de qualquer outro gás. Qualquer gás que possua valor econômico pode ser recuperado conectando-se a ou as saídas Nºs 17, 18 ou 19 com a ou as entradas Nºs 11, 12, 13 ou 14, com a possibilidade de ser gerada energia pneumática intermediária ou não. O Nº 34 mostra que as caixas podem ter um ou mais lados com forma semicircular ou outra a fim de melhorar a vedação, diminuir ou suavizar a superfície específica e evitar pressões sobre cantos retos. Os Nºs 35 e 36 correspondem às caixas que podem receber ajuda de rodas, de cilindros ou de guias para sua melhor disposição, mesmo quando um conjunto de caixas iguais (ou com uma pequena conicidade) ajudará a formar uma coluna reta e cheia de líquidos, de gases ou de ar. Ditas guias, cilindros ou rodas podem estar dispostas em diferentes distâncias, para dentro das correias ou esteiras transportadoras ou abrangendo todos as partes frontais das caixas quando sobem e/ou quando descem, assim como nas partes laterais das caixas. O tanque Nº 28 deverá ser impermeável ou ser substituído por uma estrutura capaz de funcionar com a água dos rios, de lagos, dos mares, etc. A figura 15 inclui uma tampa ou “berço” em cima ou elementos vedantes para permitir a polimerização, misturas, moagem, etc. e conservar a limpeza e/ou a uniformidade do que for produzido sem impedir a produção de energia pneumática e motriz.A figura 16 mostra um exemplo sem vedantes nem berço na parte de cima e sua tampa pode estar disposta em diferentes alturas e ter formas estruturais para suportar maiores pressões pneumáticas ou um maior volume dessa pressão. Deverá estar dotada de pelo menos uma válvula de saída regulável. Sem esta tampa ou com a válvula completamente aberta, será possível produzir apenas energia motriz.FIGURA 15 &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3Dq0iGpcI/AAAAAAAAACo/8qQN1kW1xw0/s1600-h/FIGURA+15.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIGURA 16 &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SI3mFeWnrrI/AAAAAAAAACw/ZR20uOFNxHU/s1600-h/FIGURA+16.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MAIORES DETALHES ESTÃO DISPONIBILIZADOS EM DOCUMENTOS, OS QUAIS POSSO ENVIAR POR E-MAIL&lt;a href="mailto:froilansalaya@gmail.com"&gt;froilansalaya@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBSERVAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é possível inferir a partir do exposto, este produtor respira da mesma forma que nós, seres humanos (em um corpo com cerca de 80% de água), para estarmos vivos e produzir energia.Assim como da mesma forma que quase todas as plantas e animais nas terras emergidas.ACENTUANDO E PORMENORIZANDO MAIS:O produtor de energia também pode trabalhar em flutuação, prescindindo do tanque principal, se for substituído por una estrutura de suporte suficientemente resistente ao choque provocado pelas águas. Como modo alternativo, a estrutura poderá ser regulável ao nível adequado de água. Sem descartar as embarcações ou plataformas flutuantes.&lt;br /&gt;Neste produtor, as caixas, ao subir ou descer, ficam apoiadas umas nas outras (com o sem calços ou separadores) para conformarem colunas da maneira mais ordenada possível. Esta característica pode ficar assegurada ainda mais caso sejam instaladas rodas, cilindros ou guias na parte de dentro, nas partes laterais ou em direção à parte interna das correias ou das esteiras transportadoras, com a intenção de garantir seu alinhamento da forma mais reta possível, em especial no sentido ascendente.&lt;br /&gt;A energia pneumática pode ser aproveitada e aplicada em casos de circuitos fechados de gases de certo valor econômico, caso uma câmara de expansão seja adicionada antes da reutilização dos gases.&lt;br /&gt;Este produtor pode melhorar as águas para a irrigação, caso ímãs e/ou isótopos sejam adicionados. Também é possível despolimerizar a água, polimerizar gases com líquidos ou obter fermentações e outras reações ou funções como moagem, misturas, etc., aproveitando sua estanqueidade e a permanência de líquidos e de gases em movimento permanente, com ou sem pressão. Para isto, é possível agregar serpentinas de intercâmbio térmico, assim como catalisadores, antiespumantes, ativadores, emulsionantes, etc., sem a interrupção simultânea da produção de energia motriz e pneumática.O número de caixas do produtor pode ser par ou ímpar, segundo seu meio de transporte ou de transmissão (engrenagens, rolos, correias ou outros).Se o produtor funcionar dentro de um tanque, este pode ter qualquer seção, de preferência circular. Sendo assim, as caixas poderão ter a forma de semicírculos, de modo a que o trabalho seja por tração e, por conseguinte, tornando o sistema mais eficaz e econômico.Cada caixa pode ter um elemento fletor do tipo dobradiça, borracha, etc., capaz de unir as caixas e de substituir as correias ou as esteiras transportadoras.O nível de água pode flutuar consideravelmente sem afetar seu propósito, mas sim variando sua força.Neste tipo de produtor cada caixa pode apresentar certa conicidade a fim de que fiquem encaixadas entre si, apoiando-se umas nas outras, obtendo-se um ordenamento correto com forma de uma coluna reta.Ao mesmo tempo, o berço poderia ter aberturas para absorver os movimentos irregulares provocados pelas engrenagens poligonais. Isto também serviria para que os elementos vedantes, em forma de “asa”, possam entrar sem que se dobrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HIPÓTESE E ESCALAS DE PRODUÇÃOUm ou mais produtores deste tipo de energia, adequadamente calculados, podem substituir represas e/ou turbinas. Pois justamente o que estes produtores fazem é inverter a força da gravidade que atua nas colunas de água que movem as turbinas.Além disso, também seria possível substituir as usinas termoelétricas e nucleares, produzindo em escalas muito reduzidas e conforme as necessidades de cada lugar, evitando grandes e extensas redes de distribuição. Para dar um simples exemplo: em um edifício residencial de 10 m de altura, se a seção de empuxo para cima for de 4 m2, teremos 40 m3, ou seja 40.000 kg de empuxo apenas motriz. Se subtrairmos deste valor o atrito que pode haver e a compressibilidade do ar (segundo a lei de Boyle) teremos uma produção um pouco menor. No entanto, estas perdas poderiam ser compensadas com a geração simultânea de energia pneumática na câmara superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VANTAGENSOs princípios de produção de energia motriz e pneumática não estão limitados pela geografia nem pelo clima. O planeta inteiro poderia ficar coberto de verde. No futuro, os desertos serão vistos apenas nos museus. A contaminação, inclusive a já instalada, desaparecerá para sempre. O planeta ficará subpovoado, mesmo apresentando um maior crescimento demográfico. Os insumos para produzir esta energia são abundantes: a combinação da gravidade, da atmosfera e de água (estancada ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LEI DE BOYLE NO "PRODUTOR DE ENERGIA MOTRIZ E PNEUMÁTICA"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei de Boyle dos gasesRobert Boyle descobriu em 1662 a relação matemática entre a pressão e o volume de uma quantidade fixa de gás à temperatura constante. Segundo a lei de Boyle, o volume de uma determinada massa de gás, à temperatura constante, é inversamente proporcional à sua pressão. Esta é a expressão matemática da lei: P x V = k (processo isotérmico)A magnitude da constante k é dada em função da quantidade química de gás e da temperatura.Para dois estados diferentes 1 e 2, a lei implica:P1V1 = P2 V2Ou seja, se for aplicada a lei de Boyle sobre o comportamento físico de um gás, à temperatura constante e mediante um comportamento ideal, chega-se à conclusão de que, se a pressão exercida sobre uma determinada massa de gás for duplicada, seu volume ficará reduzido à metade. Se o volume de uma determinada massa de gás for triplicado, a pressão ficará reduzida a um terço.&lt;br /&gt;1 atm = 10 metros de coluna de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APESAR DA ALTA PRESSÃO DENTRO DO TANQUE, COMO A ÁGUA SAI DO BERÇO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a água penetre no tanque deve-se considerar que a água do tanque está submetida a uma pressão alta: proporcional à profundidade na qual se encontra. Pois bem, esta mesma pressão é exercida tanto na superfície da caixa que entra como na superfície da que sai.&lt;br /&gt;É preciso levar em conta que o sistema de engrenagem hexagonal da parte inferior funciona como uma polia simples, servindo para mudar a direção da força. Desse modo, a força exercida pela pressão hidrostática do lado esquerdo se transforma no lado direito com a mesma magnitude, porém, exatamente, no sentido contrário.Ou seja, cada caixa que entra está submetida à mesma pressão (coluna de água) em comparação com a que sai. Por isso, é que posso afirmar que se anulam entre si, ficando o empuxo como força de desequilíbrio do sistema. Assim pode ser observado na seguinte figura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SJdXwwMP5LI/AAAAAAAAADA/NtiLdJZyfU4/s1600-h/img089.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E: Empuxo das caixas cheias de ar da direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PT1: Pressão da água do tanque exercida na caixa de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PT2: Pressão da água do tanque exercida na caixa de saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FS: Atrito gerado pelo contato dos elementos vedantes no berço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A somatória de forças seria igual a: E - FS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma maneira de explicar como se reincorpora a água na parte de baixo:Se considerarmos o eixo inferior como o ponto de apoio de uma balança de pratos, ou de uma “gangorra”, veremos que a força ou o peso da coluna de água sobre os containers de água que sobem é igual a dos containers que descem. Por exemplo, se duas crianças estiverem na posição de equilíbrio em uma “gangorra” e exercermos tração com pouquíssima força para cima provocaremos o movimento mediante o desequilíbrio.&lt;br /&gt;No caso deste produtor de energia ocorre a mesma coisa. A partir desta posição de equilíbrio não é preciso vencer a pressão da água no tanque, não é preciso acrescentar duas vezes a mesma pressão.&lt;br /&gt;Suponhamos o exemplo da gangorra na seguinte figura. Dois garotos gêmeos com o mesmo peso (representando a pressão hidráulica sobre as caixas), cada um deles está sentado em uma das pontas do brinquedo. A gangorra ficará em posição de equilíbrio e qualquer peso ou empuxo adicional afetará este equilíbrio. No caso do produtor, isto está representado pelo princípio do “sino de mergulho” exercido no sentido ascendente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2625691734015667273-3552088040593491632?l=produtordeenergiamotrizepneumatica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=3968514b5944d531&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://produtordeenergiamotrizepneumatica.blogspot.com/feeds/3552088040593491632/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2625691734015667273&amp;postID=3552088040593491632' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2625691734015667273/posts/default/3552088040593491632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2625691734015667273/posts/default/3552088040593491632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://produtordeenergiamotrizepneumatica.blogspot.com/2008/08/produtor-de-energia-motriz-e-pneumtica.html' title='PRODUTOR DE ENERGIA MOTRIZ E PNEUMÁTICA'/><author><name>Froilan Francisco Salaya</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08265451907456496409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KX-zi27oYbM/SLVRu0PnTWI/AAAAAAAAADk/9VKfYnOgVoM/s72-c/img082.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
